Construindo aplicações para o Android

Para construir uma aplicação Android, o desenvolvedor tem de estar familiarizado com a linguagem de programação Java. Assumindo que o desenvolvedor é perito em Java, ele ou ela pode fazer o download do kit do desenvolvedor (SDK) e começar. O SDK dá ao desenvolvedor acesso à interface de programação do Android (API).

Site do Android para desenvolvedores
ComoTudoFunciona
Site do Android para desenvolvedores
O SDK inclui várias ferramentas, entre as quaos exemplos de aplicações e um emulador de telefone. Os emuladores são programas que duplicam os recursos e funções de um sistema ou dispositivo específico. O emulador do Android é um programa que duplica as funções de um telefone rodando na plataforma Android. Quando o desenvolvedor termina de construir a aplicação, pode testá-la no emulador e ver como a aplicação vai funcionar no hardware de verdade.

O Google fornece um extenso tutorial do Android no seu site para desenvolvedores.  A companhia até fornece passos básicos de programação como testar e debugar um software. Desenvolvedores experientes podem pular o tutorial e ir direto para a construção de uma aplicação. O Google fornece instruções passo-a-passo sobre como construir uma aplicação chamada Hello World para dar aos desenvolvedores a chance de se familiarizar com a arquitetura do Android.

Isso nos traz outro recurso do Android que o separa do iPhone - os desenvolvedores podem criar aplicações complexas que rodam por trás de outras aplicações. A Apple limita as aplicações do iPhone ao primeiro plano - se você  vai para uma aplicação diferente, a primeira aplicação em que você estava para de funcionar até que você retorne a ela. Esse recurso limita os tipos de aplicação que os desenvolvedores podem construir para o iPhone. O Android permite aos desenvolvedores acesso mais extenso aos processos de segundo plano.

O Google divide todas as suas aplicações em qautro blocos básicos de construção (nem todas as aplicações terão todos os blocos de construção):

  • Atividades: Sempre que uma aplicação exibe uma tela para o usuário, isso é uma atividade. Por exemplo, uma aplicação de mapa poderia ter uma tela básica de mapa, um planejador de viagem e uma tela de rota sobreposta. São três atividades.
  • Objetivos: Objetivos são os mecanismos para mover de uma atividade para outra. Se você tivesse que planejar uma viagem usando nosso exemplo de aplicação de mapeamento, um objetivo seria interpretar sua entrada e ativar a tela sobreposta de rota. O Android também permite que os receptores de transmissão de objetivos, que são objetivos despertados por eventos externos como mover-se para um novo endereço ou uma chamada telefone entrando.
  • Serviços: Um serviço é um programa que roda por si mesmo sem uma interface de usuário. Por exemplo: vamos dizer que você esteja participando de um evento no Softrace. Na metade da corrida, você decide que quer ouvir música enquanto termina o caminho. Você pode trocar para a aplicação de tocador de música e começar uma canção enquanto  Softrace continua a rastrear seu progresso. Se o Softrace fosse uma simples atividade, você teria terminado a aplicação assim que passasse para o tocador de música.
  • Provedor de conteúdo: Um provedor de conteúdo permite que uma aplicação compartilhe informação com outras aplicações. Isso permite que desenvolvedores trabalhem juntos para criar uma suíte de aplicações que são mais robustas e complexas que um componente individual.

Há outras considerações que os desenvolvedores devem ter em mente enquanto constroem aplicações.  Elas incluem o mecanismo de renderização de gráficos do Android, o processo de gerenciamento de software, o suporte à interface do usuário e outros detalhes técnicos. O Google fornece guias para todos esses elementos no seu site para desenvolvedores Android.

A jornada do Google Phone nem sempre foi agradável. Alguns fornecedores aceitaram o sistema operacional rápido, mas outros simplesmente o ignoraram. Vamos ver quem está e quem não está animado com o Android.