As LCDs de matriz passiva usam uma grade simples para fornecer a carga para um pixel específico na tela. Criar a grade é um processo complexo. Começa com duas camadas de vidro chamadas substratos. A um dos substratos acrescente colunas e ao outro, linhas, de um material condutor transparente. Este material geralmente é óxido de estanho-índio. As linhas ou colunas são conectadas a circuitos integrados que controlam quando uma carga é enviada para uma coluna ou linha específica. O material de cristal líquido é encaixado entre os dois substratos de vidro e um filme polarizador é adicionado ao lado exterior de cada substrato. Para ativar um pixel, o circuito integrado envia uma carga para a coluna correta de um dos substratos e um fio-terra ativado na linha correta do outro substrato. A linha e a coluna se cruzam no pixel designado e isso libera a voltagem para distorcer os cristais líquidos naquele pixel.
A simplicidade do sistema de matriz passiva é interessante, mas tem desvantagens significativas, notavelmente o tempo de resposta lento e o controle de voltagem impreciso. O tempo de resposta refere-se à habilidade da LCD de renovar a imagem mostrada. A maneira mais fácil de observar o tempo de resposta lento em uma matriz passiva de LCD é mover o cursor rapidamente de um lado para o outro da tela. Você vai notar uma série de "fantasmas" seguindo o cursor. O controle impreciso da voltagem impede a habilidade da matriz passiva de influenciar somente um pixel (em inglês) de cada vez. Quando a voltagem é aplicada para destorcer um pixel, os pixels ao redor dele também se destorcem parcialmente, o que faz com que as imagens pareçam distorcidas e com falta de contraste.
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Jeff Tyson. "HowStuffWorks - Como funcionam as LCDs (telas de cristal líquido)". Publicado em 17 de julho de 2000 (atualizado em 12 de maio de 2009) http://informatica.hsw.uol.com.br/lcd7.htm (24 de novembro de 2009)