$s = "HellonWorld";
$t = 'HellonWorld';
print $s, "", $t;
Ou:
$i = 5;
$j = $i + 5;
print $i, "t", $i + 1, "t", $j;
# t = tab
Ou:
$a = "Hello ";
$b = "World";
$c = $a . $b;
#observe o uso de . para concatenar caracteres
print $c;
Como o . é uma concatenação de caracteres , .= tem o significado esperado do mesmo modo que "+=" faz em C. Portanto, você pode dizer:
$a = "Hello ";
$b = "World";
$a .= $b;
print $a;
Você também pode criar matrizes:
@a = ('gato', 'cachorro', 'enguia');
print @a, "";
print $#a, "n";
#valor do maior índice, baseado em zero
print $a[0], "";
print $a[0], $a[1], $a[2], "";
A notação $# obtém o maior índice na matriz, equivalente ao número de elementos na matriz menos 1. Como na linguagem C, todas as matrizes iniciam a indexação em zero.
Você também pode criar vetores associativos (hashes):
%h = ('cachorro', 'auau', 'gato', 'miau', 'enguia', 'zap');
print "O cachorro faz ", $h{'cachorro'};
Aqui, 'auau' está associado à palavra 'cachorro', 'miau' a 'gato' e assim por diante. Uma sintaxe mais expressiva para a mesma declaração é:
%h = (
cachorro => 'auau',
gato => 'miau',
enguia => 'zap'
);
O operador => associa a seqüência à esquerda e atua como uma vírgula.