A outra questão é a concorrência com PCs normais. Um PC novo com os periféricos certos pode fazer mais do que o Phantom faz (não tem acesso ao banco de dados de jogos da Infinium, mas tem acesso a outros jogos online) e, além disso, é possível usá-lo para navegar na Internet com o Explorer, controlar as finanças, fazer trabalhos artísticos, compilar e gravar CDs, escrever e imprimir cartas, etc. O Phantom, em alguns aspectos, é um PC especializado, projetado para oferecer uma conexão rápida com um sistema de entretenimento, mas em outros, é um PC deficiente. Isso certamente deixa alguns jogadores de PCs espantados: por que pagar o preço de um PC se ele não faz tudo que um PC faz?