Há muitos motivos para que empresas e organizações estejam investindo em virtualização de servidores. Algumas das razões são financeiras e outras se relacionam a questões técnicas.
A virtualização de servidores oferece às empresas uma maneira de obter redundância sem que precisem adquirir um software adicional. Redundância significa operar o mesmo aplicativo em múltiplos servidores. É uma medida de segurança: caso um servidor falhe, por qualquer motivo, outro servidor que opere o mesmo aplicativo pode substituí-lo. Isso minimiza interrupções de serviço. Não faria sentido construir dois servidores virtuais operando com o mesmo aplicativo na mesma máquina física. Caso o servidor físico travasse, os dois servidores virtuais também o fariam. Na maioria dos casos, os administradores de redes criam servidores virtuais redundantes em máquinas físicas distintas.
Uma tendência crescente nos servidores virtuais é conhecida como migração, que significa transferir o ambiente do servidor de um lugar para outro. Com o hardware e o software corretos, é possível transferir um servidor virtual de uma máquina na rede para outra. Originalmente isso só era possível se as duas máquinas físicas tivessem o mesmo tipo de hardware, com o mesmo processador e o mesmo sistema operacional. Agora é possível migrar servidores virtuais de uma máquina física para outra mesmo que elas tenham diferentes processadores, mas os processadores precisam vir do mesmo fabricante.
Embora o processo de migração de um servidor virtual de uma máquina física para outra seja relativamente novo, o de converter um servidor físico em servidor virtual também é conhecido como migração. Especificamente, é uma migração físico-virtual (P2V). |
Que maneiras diferentes de criar servidores virtuais existem, e como elas funcionam? Descubra na próxima página.