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A Internet sofreu mudanças depois do estouro da bolha pontocom em 2000. Saíram os sites estáticos, entraram mais interação e dinamismo; caíram as barreiras dos padrões e cresceu a personalização. Internautas passaram de usuários passivos a agentes ativos em relação ao conteúdo que circula pela rede. Aliás, a troca de dados é a maior marca dessa nova geração: a Web 2.0.
O criador do termo, Tim O’Reilly, escreveu que “Web 2.0 é a revolução nos negócios da indústria da informática causada pela mudança para a internet como plataforma, e uma tentativa de entender as regras de sucesso dessa nova plataforma”.
Mas há muita polêmica em torno desse termo. Para alguns, ele significa uma nova era digital; para outros, não passa de uma jogada de marketing. Há também o grupo daqueles que não têm a menor idéia do que se trata. Já se fala, inclusive, em Web 3.0.
O vocabulário inglês acaba de completar um milhão de palavras. A palavra web 2.0 foi incluída com base na frequência em que apareceu nos últimos anos. ![]() |
Os internautas – muitos dos quais nem sequer sabem direito do que se trata – são o coração da segunda geração da internet. É a opinião coletiva que determina a popularidade de sites, serviços e programas.
É justamente por isso que o termo causa tanto furor no mundo corporativo: a Web 2.0 é vista pelas empresas como um ótimo canal para estreitar relações como os internautas e turbinar seus negócios.
A coisa é tão séria que as empresas contratam profissionais especialistas no assunto, seja nas áreas de marketing, seja na área de informática. E existem até cursos superiores relacionados em grandes escolas, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Este artigo pretende ajudar o leitor a entender de uma vez por todas o que, afinal, é a Web 2.0 e, de quebra, como tirar o maior proveito possível dela.